Ao fazermos o check-out, Rose comprou um pin da Fundação das Doenças do Coração em Mulheres:
Um shuttle nos levou até o aeroporto.
Quase que eu não passo pela segurança, eu estava carregando um faqueiro comigo. Só eu mesmo para entrar com um faqueiro no avião... :-)
A Rose teve que deixar na segurança o xampu que comprara ontem. Que droga!
No avião de Estocolmo para Londres eu passei fome pois não tinha mais comida vegetariana! O comissário de bordo me disse que tinha tido muito vegetariano na frente. Pode uma coisa dessas?
Em Heathrow nós almoçamos no Giraffe:
Uma coisa engraçada desse restaurante é que o barman e sua colega eram brasileiros, ouvimos ele dizer mais de uma vez "prá c*r*lh*"... :-)
O voo de volta foi um sacrifício, como de costume; não tem jeito de se viajar bem de avião...
A única coisa que assisti nessa viagem foi um episódio de "Everybody loves Raymond". Não sou fã da série, mas até que achei bem engraçado...
Pousamos em Montreal pouco antes das sete da noite:
Quando íamos pegar o táxi, havia uma fila imensa. O rapaz que cuidava da fila de táxi nos disse que uma limusine para o centro da cidade custaria Can$ 50 enquanto o táxi ficava por Can$ 38. Não pensei duas vezes, fomos pegar a limusine, pois não havia fila alguma.
A tal limusine não era bem uma limusine, só um carro de luxo. Mas foi bom voltar com conforto para casa; e sem ter que esperar, o que é o melhor!...
Depois de uma viagem cansativa e enfadonha (além de viajar apertado no avião, passar pelas alfândegas é umas das experiências mais irritantes que existem: agora a gente tem que tirar os sapatos e o casaco, enfiar os frascos com líquidos num saquinho, ficar com o passaporte em punho o tempo todo, ser revistado, etc...), Valdir nos deu um presente inesperado: pegamos uma limousine e fomos pra casa. Chegamos em menos de meia hora, com todo o conforto e nenhum estresse. A outra alegria foi ver as crianças bem e a casa de pé. Tudo tinha dado mais do que certo. Que viagem!